Na Clínica da Dor utilizamos abordagens terapêuticas modernas e integradas para tratar diferentes tipos de dor.
Nosso objetivo é atuar não apenas nos sintomas, mas também nos mecanismos fisiológicos que sustentam a dor, incluindo processos inflamatórios, disfunções musculoesqueléticas e alterações no sistema nervoso.
Entre as principais abordagens utilizadas estão:
Muitas dores persistentes estão associadas a alterações na forma como o sistema nervoso processa estímulos e regula diferentes funções do corpo.
Na Clínica da Dor utilizamos estratégias terapêuticas voltadas para a regulação neurofuncional, incluindo técnicas relacionadas ao nervo vago e ao equilíbrio do sistema nervoso autonômico.
Essas abordagens buscam restaurar padrões de comunicação entre cérebro e corpo, auxiliando na regulação de processos como:
Essa abordagem é especialmente relevante em quadros de dor persistente e condições em que o corpo permanece em estado de alerta constante.
A terapia por ondas de choque é uma tecnologia amplamente utilizada no tratamento de dores musculoesqueléticas e inflamações persistentes.
O método utiliza ondas acústicas de alta energia que estimulam processos naturais de reparo do organismo, auxiliando na regeneração de tecidos e na redução da dor.
É frequentemente indicada para:
Essa abordagem permite tratar áreas específicas de forma precisa, estimulando a recuperação funcional dos tecidos.
O PRP é um tratamento regenerativo que utiliza o próprio sangue do paciente para estimular a cicatrização, reduzir inflamação e acelerar a recuperação de tecidos lesionados.
É frequentemente indicado para:
• lesões musculoesqueléticas (tendinites, entorses, ligamentos)
• dor crônica e inflamação articular
• rejuvenescimento da pele
• estímulo capilar
Essa abordagem minimamente invasiva promove regeneração natural, resultados progressivos e baixo risco de complicações.
Além dessas estratégias, a clínica também utiliza diferentes técnicas complementares no cuidado da dor.
Entre elas:
Cada plano terapêutico é definido de forma individualizada após avaliação clínica.